Live Forever
   Preguicinha =')

Esse ano bati record de preguicite aguda de postar no blog. Talvez, tenha batido record de preguiça aguda no geral: preguiça, MESMO!
Mas vamos às novas: Fui ao Playcenter domingo! Depois de três vezes indo somente ao Hopi Hari, conheci o Play meio que por acaso (eu também iria ao Hopi Hari, mas, por terem adiado o início da Hora do Horror, fomos direto pra São Paulo onde os monstros já se encontravam à solta). Eu, particularmente, não vejo muita graça nessa coisa toda de "terror", acho até meio sem graça, porque a gente sabe que os monstros não são reais e também, que eles não podem te machucar (não podem nem tocar nos visitantes, quem dirá trazer alguma consequência). Enfim, achei normalmente sem graça, o interessante é que dá pra divertir muito, mesmo não tendo medo, eu consegui CAIR fugindo de um monstro, ele me assustou, foi grosso comigo, falou "AAAAAAANDA", e então, quis eu correr do fdp, que correu atrás de mim, então tive a (péssima) ideia de subir em um banco, escorreguei e caí.
Agora as coisas boas do passeio, Boomerang, Skycoaster: Quase tive um filho, mesmo já tendo voado no Hopi Hari, a segunda vez tem outro gostinho. Dá tanto medo quanto a primeira, ainda mais quando você é a responsável por puxar a cordinha e à 60 metros de altura tem que olhar pra roupa com a finalidade de encontrar a bostinha, pior (ou melhor, não sei), quando eu pulei no Hopi, não tinha som lá em cima, então eu não escutei o famoso "3, 2, 1, voaaar", tive que esperar o sinal do tiozinho, lá embaixo! Dessa vez contou com áudio e claro, ver a Marginal Tietê, lembro-me bem de um caminhãozinho, vi alguns prédios, mas o medo era tanto que, talvez eu tenha esquecido. Puxou a cordinha, bem, não tenho fatos cômicos, já que não unhei ninguém, apenas mordi meu próprio lábio durante a queda, foi sensacional... Depois, a Karla e a Mariana me agradeceram, se não fosse por mim, ninguém teria pulado, NÉ??
Do Skycoaster, a gente foi comer, depois pula, e então fomos no Castelo dos Horrores (páia), o tanto que eu gritei eu ri, HAHA... Do Castelo dos Horrores pra um Hotel Mal Assombrado, interessante, menos da parte da nossa querida Thaís desmaiando (um susto!). E então, pula, pula, pula, resolvemos Gi e eu ir no EVOLUTION, preocupadíssimas com as bolsas, já que eram dadas instruções a todo momento "Leve tudo que estiver com você, prenda as alças da bolsa na perna", e as nossas bolsas tinham alças "impróprias" (diria eu) para prender na perna. Desespero total, fomos com bolsa e tudo, demos um jeito, seguramos a bolsa e eu confesso que nunca senti TANTO medo em um brinquedo, medo de cair, da trava abrir, medo de morrer, vi parte da cidade de cabeça pra baixo e depois que o cara fala no microfone, que "deitadinho é mais gostoso" eu achei que o impacto seria mais suave, quase tive um troço lá em cima, eu que não sou de fechar os olhos em brinquedo nenhum, fechei e rezei pra passar logo! UAHUAHAUHAUH, saí de lá falando "Puta que pariu, nunca mais volto nesse negócio"... Saí esbaforida, mas, depois de uns 10 minutos eu me contradizi dizendo que volto sim ao Evolution. HAHA, começar a semana bem é MARA...
Amanhã sexta-feira já, chuvinha, hum.. no mais tá tudo certo, nem tô muito a fim de ficar papeando por aqui... uma pena..

Beijooss



Escrito por Lê Bizí às 16h27
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   E goísmo

egoísmo
s. m.
Amor exclusivo à pessoa e aos interesses próprios.


E é exatamente isso. Egoísmo é o adjetivo que mais gera caos em todo o mundo, é a fonte dos problemas sociais, das intrigas políticas, dos transtornos ambientais. Egoísmo gera ganância; egoísmo faz com o que se esqueça de pensar em outras pessoas, faz acreditar "que os outros é que se danem, o que importa é que eu estou me dando bem". O egoísta não pensa no próximo, não pensa no amigo, não pensa nos males que pode causar. E então, a partir daí, pode-se concluir que, egoísmo é o pior defeito que assola a humanidade. Se as pessoas fossem menos egoístas, nosso planeta não estaria tão destruído, não haveria guerra, nem fome no mundo. Teríamos um lugar melhor para viver, teríamos paz e, seríamos mais felizes.


Para analisar, é mais ou menos simples. Imaginemos primeiro, aqui no Brasil, nossos políticos queridos, amáveis, bondosos, que lutam pela igualdade, que nunca sabem de nada, mas que sempre aparecem envolvidos em escândalos, ou que, por mais que não estejam envolvidos em maracutaias, ganham um salário admirável para cuidar do nosso bem-estar, só que, é muito visível, que aqui, quem não tem dinheiro se ferra, não tem hospital, não tem educação; tem ignorância, muita. Enfim, não estou aqui para falar disso, (mas sempre me empolgo quando cito a vergonhosa situação que encontramos, rs) se não existisse EGOÍSMO, se houvesse percepção, caráter, se esses "representantes do povo" deixassem de pensar nos próprios umbigos, não teria gente morrendo em fila de hospital e ponto final. Por que? Porque o problema da educação também seria solucionado e se o ensino fosse bom, a ignorância seria menor e então, caminharíamos JUNTOS para fazer do mundo um lugar melhor.

Segundo ponto: Meio-ambiente. Tá caótico? Tá! Tomamos um rumo ligado à catástrofes naturais. Aquecimento global já não é mais assunto pro futuro. E "Uma verdade inconveniente" , do Al Gore, se torna cada dia mais verdade (e mais inconveniente). Tudo isso por quê? E G O Í S M O! Daí, eis que surge o maldito adjetivo, mais uma vez, importunando. O egoísmo, quando falamos sobre planeta Terra, mora nem que seja um pouquinho em cada um de nós. Aquela preguicinha de separar o lixo, aquele banho demorado por vaidade, aquela luzinha chata da televisão consumindo energia (e ninguém tira da tomada por preguiça), o carro em vez do ônibus, deixamos de fazer o certo por preguiça, mas antes de tudo, porque as consequências negativas de toda essa falta de cuidado ainda não nos atingiram, e aí nasce o egoísmo, porque pensamos que as coisas só desmoronarão daqui a muitos anos e talvez nem nos atingirão. Egoísmo mais uma vez, esquecemos de pensar que mundo estamos deixando para quem está chegando, simplesmente deixamos passar e aí, a coisa vai ficando preta!
A mesma coisa com os grandes países, preocupados com os seus investimentos, suas indústrias, com os seus capitais, mas, esquecem-se que dinheiro não se come. Preocupam-se com os seus umbigos, mas parece que são tão egoístas a ponto de estarem cegos, a ponto de não enxergarem que se continuarem agindo de tal maneira, jaja não se terá mundo pra viver, nem modo de gastar o precioso dinheiro que tanto lhes importa!

As guerras. Cada envolvido focado em si, cada líder pensando apenas em seus interesses. "Que morram dez, vinte ou dois milhões, se eu vencer, tá valendo", e é mais ou menos assim. Tudo por causa de dinheiro, poder, conquistas, não é pouco, mas, mais uma vez, egoísmo é a raiz dos problemas sangrentos, dos problemas que doem, que destroem. Seria tudo mais fácil se esse sentimento não habitasse a raça humana, se alguns fossem mais conscientes, soubessem amar.
Egoísmo se destrói com amor. E assim como o sentimento negativo, o adjetivo considerado por mim como o pior, o amor também reside em cada um de nós. E o bem é fruto do amor. Assim como o mau é fruto do egoísmo.

John Lennon, em Imagine também sonhou um mundo melhor, sonhou com um lugar onde não houvesse países, nem motivos para matar ou morrer, um mundo sem ganância, sem fome e pessoas PARTILHANDO o mundo todo.

Nesse mundo, obviamente não existe egoísmo, nem egoístas... E é nele que eu queria viver.


Escrito por Lê Bizí às 02h01
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   ACORDA, GENTE!

Classe Média - Max Gonzaga

Sou classe média
Papagaio de todo telejornal
Eu acredito
Na imparcialidade da revista semanal
Sou classe média
Compro roupa e gasolina no cartão
Odeio "coletivos"
E vou de carro que comprei a prestação
Só pago impostos
Estou sempre no limite do meu cheque especial
Eu viajo pouco, no máximo um pacote cvc tri-anual
Mas eu "to nem ai"
Se o traficante é quem manda na favela
Eu não "to nem aqui"
Se morre gente ou tem enchente em itaquera
Eu quero é que se exploda a periferia toda
Mas fico indignado com estado quando sou incomodado
Pelo pedinte esfomeado que me estende a mão
O pára-brisa ensaboado
É camelo, biju com bala
E as peripécias do artista malabarista do farol
Mas se o assalto é em moema
O assassinato é no "jardins"
A filha do executivo é estuprada até o fim
Ai a mídia manifesta a sua opinião regressa
De implantar pena de morte, ou reduzir a idade penal
E eu que sou bem informado concordo e faço passeata
Enquanto aumenta a audiência e a tiragem do jornal
Porque eu não "to nem ai"
Se o traficante é quem manda na favela
Eu não "to nem aqui"
Se morre gente ou tem enchente em itaquera
Eu quero é que se exploda a periferia toda
Toda tragédia só me importa quando bate em minha porta
Porque é mais fácil condenar quem já cumpre pena de vida


Se o nosso país tá essa droga que tá, a culpa é tão nossa quanto dos políticos egoístas! Acorda gente, acorda! Nós somos jovens ainda, temos o mundo nas nossas mãos... ACORDA...
"Muda que quando a gente muda, o mundo muda com a gente"



Escrito por Lê Bizí às 18h55
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   De férias (finalmente)!

Parecia que não ia chegar nunca, chegava o natal, mas não chegavam as férias! E nesse misto de ansiedade e estresse, bem, vou fazer uns comentários por aqui, né.. Coisinhas à toa, da minha vida pessoal.
Comecei a ler Cartas entre amigos, do Gabriel Chalita e do Padre Fábio de Melo, muito bom, muito mesmo. Comecei a ter uma perspectiva diferente sobre certas coisas, a enxergar melhor os fatos decorrentes da nossa vida, enfim. Ainda, nessa 'fome' por livros, comecei na mesma semana, Admirável Mundo Novo, do Aldous Huxley, outro livro capaz de mexer com a nossa cabeça, principalmente em relação ao nosso futuro (assim que terminar faço uma análise crítica aqui no blog).

Não poderia deixar de fora que semana passada, fomos ao Tomodati: Marília, Elisa, Filipe, irmã dos dois, Thaís, Eu e a Gi (turminha de sempre, Gisele e Letícia em todas, como SEMPRE). O interessante de contar a ida ao restaurante japonês, é compartilhar com vocês, que mesmo depois de "velha", e apesar de algumas frescurinhas eu experimentei Temaki, uma espécie de sushi grandão (na minha linguagem, é claro), comi só um pedacinho do salmão cru com a alga. Pra quem odeia peixe, assado, grelhado, frito, cozido, comer cru talvez tenha sido uma evolução experimentar o cru, sem fazer careta, mastigar e engolir. Mas, ainda não experimentei o "verdadeiro" (se é que assim posso chamar, né), que é o Sashimi!

Último dia de aula, simulado e ainda acordei com uma dor de garganta, chupei umas mil pastilhas, até que a dor me venceu, larguei mão. Ah, almoçamos juntas hoje, a mesma turminha (Eu e a Gi em todas, como sempre), Karla, Thamires, Thaís, Cris, Mariana. AINDA não conseguimos reunir a turma TODA, A I N D A, rs!
Continuando a nossa tarde, fizemos brigadeiro de três latinhas (é isso mesmo, TRÊS), quando os olhos são maiores que a barriga, acho que fico um bom tempo sem ter vontade de brigadeiro, sério! E a gripe parecia que ia me derrubar...

Pra terminar, só vou falar do gostinho que teve o Estudiantes ganhar do Cruzeiro. Ficou feio hein, perder no Mineirão, de 2x1, nadaram taaaanto que acabaram morrendo na praia! UHAHUEUHAHUEHUAHUEUHAUHEUHAUHEIOAOEHUAHUA... E se o Cruzeiro tirou o São Paulo da Libertadores, só lamento, porque o São Paulo ainda é TRI, e o Cruzeiro? Não, né!

HAHAHA, beijos beijos beijos...
Boas férias pra todo mundo, aí! ;)

E ah, eu nem tenho costume de fazer isso não, mas, é pq realmente é especial, beijo pro meu amooor, Raphaa ;) s2



Escrito por Lê Bizí às 00h39
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   Tudo está previsto!

Tive um final de semana bem atípico, participei do 37° TLC de Pouso Alegre. Pra quem não sabe, TLC é um Treinamento de Liderança Cristã, o qual eu recomendo a todos, sem restrição alguma. Não posso contar o que acontece lá, então, aqueles posts super detalhados que eu ADORO fazer sobre as coisas que mexem com os meus extremos (ou me agradam muito, ou me fazem até passar mal) não vai rolar hoje.
Só digo que o TLC, é uma experiência única e que precisa ser sentida, no mais, tudo está previsto!

 


Galerinha (foi muito bom estar com vocês)


Despeço-me de vocês. Quem tiver oportunidade, faça, sinta, viva o TLC!

SEMPRE MAIS ALTO √



Beijos



Escrito por Lê Bizí às 12h10
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   Aquelas loucurinhas inesquecíveis.

Todo mundo tem um(a) amigo(a) que quando juntava, só dava merda. Parecia que um cérebro + o outro, sofria interferências e a partir dali, saía cada ideinha. Que atire a primeira pedra quem nunca fez uns programinhas de índio, ou, teve umas ideias muito bizarras e, acabou por fazê-las apesar dos pesares!
Eu poderia escrever isso particularmente no orkut, por depoimento, para a minha querida amiga Nayara. Digamos que esse é um post dedicado, a tudo que passamos juntas e a todas as bobeiras e loucuras, as principais, claro, foram tantas, algumas confesso que precisaria de uma ajudinha para lembrar, mas outras, nem no alto dos meus futuros cinquenta anos passarão despercebidas.

Pra mim, a pior de todas e a que mais causa espanto em quem escuta, é contar, quando em um belo domingo de madrugada, férias de julho, frio, não sei porque "cargas d'água" (adoro essa expressão), resolvemos ESCOVAR OS DENTES, claro, qualquer pessoa normal e higiência escova os dentes, mas quisemos ser tão assépticas, que adotamos o shampoo como pasta de dente, detalhe que não foi um só, experimentamos uns três, só pra ver se o "sabor" mudava. Foi engraçado, lembro como se fosse ontem, o medinho da minha mãe acordar, e ver a nossa boca toda
espumada e, vez ou outra, saindo umas bolinhas de sabão.

Há uns quatro ou cinco anos atrás, não recordo-me exatamente, era de lei dormirmos uma na casa da outra e tínhamos aquela mania, de ficar conversando, jogando, etc, até de madrugada, quanto mais tempo ficássemos acordadas, mais vantagem. E em um dia, não lembro se era final de semana, ou dia de férias, eu fui dormir na casa da Ná, divertido como sempre, até que sentimos vontade de fazer xixi, no entanto, quando chegamos ao banheiro, bem na porta, tinha uma barata, enorme, e duas menininhas (não sei porque utilizar o "inha" se até hoje tenho pavor de baratas) ficaram perdidas por não saber o que fazer: Não tínhamos coragem nem pra matar, nem pra entrar no banheiro. E a vontade aumentando, cada vez mais, bolamos mil planos, xixi no pinico da boneca, pular a janela e fazer xixi lá fora, matar a barata, ou entrar no banheiro de qualquer modo. Bem que tentamos, analisamos minuciosamente cada uma das nossas ideias, todas pareciam falhas, até arriscamos matar a barata, mas, esforço em vão, duas medrosinhas. HAHA, o desfecho? Esperamos mais um tempo, a barata sumiu, eu entrei, a Nayara ficou vigiando, teve a péssima ideia de olhar atrás da porta, pra verificar apenas se não restava barata alguma, eis que encontrou uma lagartixa... O suficiente pra rolar um grito escandaloso, acordar os pais dela e depois.. bom.. depois dormimos, o susto provocado pelo grito abafou qualquer resquício de barata!

Outra coisa que eu não esqueço, foi aquele programão de índio (mais uma vez nas férias, só que essas de verão), andar de ônibus por essa cidade bela e imensa (ironia), pra quem conhece Pouso Alegre, vão os dados: Fomos ao ponto final, escolhemos o ônibus que percorreria o maior trajeto (Jatobá via Distrito Industrial) e ainda, tivemos a sorte de não cobrarem duas passagens. Como se fosse hoje, lembro-me do cobrador perguntando: "E vocês, meninas? Onde vão descer?" e a Nayara, a única "corajosa", respondeu, "Ah, no centro, moço".
Acabamos esperando uma meia hora no Sest, até retornarmos em outro ônibus, com outro destino para o centro, era horário de saída do serviço de muita gente, um calor, um abafamento, muuuuita gente e a nós, no meio, claro. 

A mais recente das bobeiras, foi ano passado, quando aprendemos a beber refrigerante pelo nariz (parece nojento, mas eu juro que não é) e em uma excursão do colégio para São Paulo, em uma daquelas paradas, compramos um refrigerante, pegamos uns canudos e resolvemos, não só fazer o serviço, como ensinar as pessoas a nossa volta. HI LÁ RIO!

Ultimamente, estamos mais crescidinhas, não foram só essas as histórias malucas ao longo da nossa amizade de seis anos, compartilhamos milhares de bobeiras, de risos, de choros, de descobertas, nem tem razão especial para eu estar postando isso aqui (antes que alguém pergunte, ou porque já passou pela cabeça de alguém, provavelmente), a maior razão, é lembrar desses momentos com uma saudade gostosa, de que o passado realmente valeu à pena!
Te amo, Nazynha =) s2



Escrito por Lê Bizí às 22h20
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   Tomei chá de sumiço!

Não sei se me desculpo ou se me justifico. Todo esse período que fiquei sem postar foi bastante conturbado, além de ter tido as famosas crises de spleen (spleen é pregado no Romantismo, como sendo um tédio em relação ao mundo, ou uma melancolia profunda), tive umas crises de preguiça inteeeensas e confesso que ultimamente, têm sido acentuadas devido ao cansaço de final de semestre. E aí, veio a preguiça de mexer no blog, em primeiro lugar, depois o pc formatou e eu perdi minhas senhas, não conseguia lembrar a do blog, quase fiz outro, em outro servidor, com outro endereço... Por fim, resolvi usar a inteligência de meu cérebro e cliquei em "esqueci minha senha", recuperei, óbvio, senão não estaria aqui.

O que tem de novo? O Twitter! Bem inútil, mas ao que me parece, as pessoas estão gostando daquele novo brinquedinho virtual (mais um constituinte perfeito para fuxicar a vida alheia, rs), até famosos tem Twitter, também resolvi embarcar na novidade, mas confesso que ainda não me adaptei.

Mais? Hum, ando jogando Stop pela internet (que tipo de novidade inútil pra se contar aqui). É legalzinho até, só não quero que se torne um vício.

Não tenho lido nada, nem vi nenhum filme que eu possa fazer algum comentário ou reflexão. Ando preguiçosa MESMO, se podem perceber. E por falar em filme, bom comentar aqui (no post que mais fiz comentários inúteis em toda a história desse blog) sobre a minha vontaaaaaaaaaaade de assistir Titanic, meio que repentina... Acho que faz mais de ano que eu não vejo, também né, depois que a Globo reprisou umas mil vezes e o tanto que eu assisti a minha querida fitinha cassete a ponto de decorar as falas de Jack, Rose e cia ltda, não é pra menos.

Por fim, gostaria de dizer que estou NECESSITANDO de férias, apesar de não ser uma exímia aluna, estou de saco cheio, não aguento ir pra escola com cara de sono, nem ouvir o despertador às 6 horas da matina, berrando no meu ouvido, enfim... N E C E S S I T A N D O.

Sem mais,
agradeço a paciência e prometo melhorar a qualidade dos posts!

Apareçam =)





Escrito por Lê Bizí às 14h17
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O tempo

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

 

Mário Quintana



Escrito por Lê Bizí às 12h22
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   Casamento realmente é coisa do passado?

Navegando pela internet, me deparei com um artigo bastante interessante sobre "namoro sem futuro" (que comentava sobre o desejo de Vanessa Hudgens se casar, enquanto o namorado, declarou que casamento, somente após os quarenta anos). Não fosse apenas o texto, falando sobre a liberdade que temos hoje em dia para escolher e procurar realmente a pessoa certa e colocar interesses profissionais em primeiro plano, outra coisa que me chamou atenção foram os comentários abaixo: "casamento é coisa do passado". Será mesmo?

Tenho duas posições. A primeira é que, devido a tal liberdade, diferentemente dos séculos passados, a tolerância diminui muito e é um passo pro divórcio. Logo, é essa dificuldade de enfrentar problemas e defeitos que as pessoas têm hoje em dia que torna os casamentos cada vez menos duradouros, mais superficiais. É tudo muito complexo... e eu também não tenho lá muita experiência pra falar sobre isso (hehe)!

Mas a segunda posição, é que eu realmente acho muito radical, dizer que casamento é coisa do passado... Parece que as pessoas não vêem mais o brilho em certas coisas, que não querem ficar com a parte responsável da vida e que, tudo é muito simples e prático. Parece que ninguém tem mais sangue pra superar os problemas e conflitos de uma relação a dois. Não sei, mas o mundo me desanima a cada dia que eu vivo (profundo, hehe), porque, eu não concordo que casamento seja coisa do passado, acho que ter alguém do lado, vai muito além de complicações e responsabilidades, é dividir o que você tem de bom, de ruim, é ter companhia, ter amor, amar e ser amado!

De fato, essa sociedade do século XXI está com os valores extremamente deturpados. Será que dá pra salvar? Afinal, há pessoas que, como eu, também acreditam no amor e no lado positivo das coisas!

Hahaha, beijos e bom final de semana ;*



Escrito por Lê Bizí às 18h20
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   Pra EU aprender =P UAHUEHUAHEUA

"Corro perigo
Como toda pessoa que vive
E a única coisa que me espera
É exatamente o inesperado"



Clarice Lispector



Escrito por Lê Bizí às 13h46
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   Agradecer...

Não sei porque me parece viável falar deste tema, mas, é sobre isso que eu quero tratar. Tem hora que parece que tudo desaba, não só pra mim, mas, no geral. Uma coisinha errada aqui, outra ali, talvez uma pequena catástrofe, ou outra um pouco maior, as coisas se acumulam, ás vezes a gente surta... Quem sou eu pra falar sobre isso, né? Eu tenho minhas manias, minhas incoerências, minhas bobeiras, meus dramas, mas, eu também acredito no íntimo de cada coisa. É meio complicado, até mesmo pra mim, nessa inconstância toda que eu e meus queridos amigos temos vivido (esses dezessete anos, inesquecíveis, haha), só que eu fico tentando controlar e melhorar, cada vez mais, cada dia mais. E, pensando nisso, que eu coloco a mão na minha consciência e vejo que não existe meio melhor que enxergar a realidade e não permitir, jamais, que os pequenos deslizes que acontecem na nossa vida sejam capazes de nos dominar. Agradecer é essencial. Essencial é olhar tudo que temos de bom na vida, começando pela nossa existência, saúde, família. Pelos nossos amigos, namorado, brilho dos olhos, sorriso. Pelo cachorro, que tem aquele olhar de acolhimento. Pelas oportunidades e por saber que TUDO podemos mudar, aprimorar.

Segue abaixo um texto do Charles Chaplin, maravilhoso!

"Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de mim."

 

Agradeça, dê valor a TUDO que você tem...

"Dê valor aos seus amigos, à sua família, ao que você tem. Dê valor ao seu mundo, a sua vida, porque tudo passa e um dia você sentirá falta. E não esqueça de dar valor a quem você ama, pois se você perder, o depois pode ser tarde."




Escrito por Lê Bizí às 23h09
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   Até eu me confundo...

Se tem uma coisa acontecendo comigo nos últimos dias, é confusão e instabilidade. NÃO SEI MAIS O QUE VOU FAZER DA MINHA VIDA, e esse é um assunto que pertence somente a mim, mas, foi irresistível não comentar aqui.
Primeiro, eu repeti por sei lá quantos anos que ia fazer jornalismo. Agora, com quinhentas mil coisas na cabeça, MAIS, a realidade se aproximando, e eu vendo que o "sonho" está tão próximo, comecei a questionar se REALMENTE é isso que vale à pena.
Se eu gosto de escrever? ADORO! Se eu falo pra caramba? Como falo! Se eu sou comunicativa, etc e tal? Sooou, muito! Uma excelente jornalista, até poderia ser, mas... é um mercado tão estufado e desgastante, que eu realmente me pergunto, todos os dias se vale à pena, arriscar tudo e trocar o certo pelo incerto. Me arriscar, deixar tudo do bom e do melhor aqui, pra ir pra uma cidade gigantesca, violenta, caótica e não ter a certeza da estabilidade... Compensa? Estou começando a colocar tudo em uma balança, e realmente, é isso que está 'matando'.
Falta maturidade, falta consciência... ultimamente, as luzes que vêm brotando na minha cabeça, surgem de todas as direções e, eu tenho certeza, absoluta, que eu vou fazer a melhor escolha, seja ela qual for e por mais que as pessoas me condenem por isso.
O negócio é ter PERSPECTIVA de vida e não rachar a cabeça pra aprender física ou matemática... As coisas se equilibram e uma compensa a outra. Uma questão de breve raciocínio!



Escrito por Lê Bizí às 12h23
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   Esse vale à pena ler...

"Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.


Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa."

Arnaldo Jabor



Escrito por Lê Bizí às 18h27
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Close your eyes and I'll kiss you
Tomorrow I'll miss you
Remember I'll always be true
And then while I'm away
I'll write home everyday
And I'll send all my loving to you

I'll pretend that I'm kissing
The lips I am missing
And hope that my dreams will come true

And then while I'm away
I'll write home everyday
And I'll send all my loving to you

All my loving I will send to you
All my loving, darling, I'll be true



All My Loving - The Beatles



Escrito por Lê Bizí às 01h51
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   Intimidades reveladas.

Calma, calma. Hahaha. Subitamente eu venho lembrar que esqueci um pequeno detalhe que ultimamente vem "fazendo parte" da minha rotina; confesso que tal ideia surgiu através de amigos, que inserem ideias loucas à cabeça dos demais e a gente, que nunca é totalmente normal e sempre gosta de testar as "loucuras" alheias acaba por fazer.

Já havia tentado isso antes, mas tive medo, medo do escuro. HAHAHA. Onde eu estou querendo chegar? Tomar banho no escuro! Isso mesmo, no e-s-c-u-r-o, aham. A primeira vez que eu tentei, senti um pouco de pânico, porque sempre chegava a minha mente, imagens clássicas, de filmes clássicos de terror, aí, eu quase entrava em desespero, saía do chuveiro cuidadosamente, espalhando água por todo o banheiro e acendia a luz, até respirava mais aliviada!

Passados meses da primeira experiência, resolvi tentar novamente. De fato queria algo "inovador", aí fui, aproveitei que estava só eu, meu notebook e minhas cadelas no recinto (porque fazer uma coisa dessas com seres racionais em casa, é pedir pra ser chamado de louco MESMO), liguei o chuveiro, apaguei as luzes do banheiro, fechei os olhos, lembrei das cenas dos filmes de terror, pouco me importei, "era tudo mentirinha mesmo", e permaneci, ali, intacta, só sentindo, dessa vez só podia sentir a água quente, eu e o meu tato, pensei na vida, nas coisas, nas pessoas, relaxei enfim.

Saí do banho, ninguém em casa ainda, tudo tranquilo como um grilo, sentei aqui, digitei no campo Pesquisar, do orkut "Banho no escuro", e não é que achei uma comunidade? Esperava uns dois ou três mil membros, mas já passavam de vinte e dois mil!
PRONTO, aquela ideia revolucionária e tão original nem era novidade, quase acabou a graça, só não acabou porque quando você comentar "Tomei banho no escuro ontem!" ainda vai ter quem te olhe com cara de desconfiado e te julgue meio, anormal!

Bom banho no escuro a todos ;))



Escrito por Lê Bizí às 22h32
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